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Punição justa: como equilibrar medidas penais e ressocialização no Brasil

Carlos Alberto Arges Junior

Carlos Alberto Arges Junior

De acordo com Carlos Alberto Arges Junior, advogado especialista, o Direito Penal prevê uma série de medidas que podem ser aplicadas a indivíduos que cometem infrações penais, variando conforme a gravidade do crime, as circunstâncias do caso e as características do infrator. Essas medidas incluem penas privativas de liberdade, restritivas de direitos e medidas de segurança, cada uma com critérios específicos para sua aplicação, conforme o Código Penal e a jurisprudência dos tribunais.

Quais critérios para a aplicação das medidas penais?

Segundo o Dr. Carlos Alberto Arges Junior explica que a escolha da medida penal mais adequada depende de diversos fatores, tanto da legislação quanto da análise individual do caso pelo juiz. O Código Penal brasileiro adota o princípio da proporcionalidade, garantindo que a pena aplicada seja compatível com a gravidade do crime cometido.

Carlos Alberto Arges Junior

No caso das penas alternativas, o juiz avalia se a substituição da pena privativa de liberdade por uma restritiva de direitos cumpre os requisitos legais, como crimes cuja pena não ultrapasse quatro anos e a ausência de violência ou grave ameaça. Já no que se refere às medidas de segurança, a avaliação da periculosidade do agente é fundamental, sendo baseada em perícias médicas e psicológicas.

Qual a diferença entre penas privativas e penas alternativas?

As penas privativas de liberdade envolvem a restrição da liberdade do condenado, com cumprimento em regime fechado, semiaberto ou aberto. Esse tipo de pena é aplicado a crimes mais graves, como homicídio, latrocínio e tráfico de drogas, visando punir e prevenir novos delitos. Contudo, a superlotação do sistema prisional e a necessidade de ressocialização dos infratores deram origem às penas alternativas, que buscam punir sem recorrer ao encarceramento.

@carlosalbertoarge8

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As penas restritivas de direitos, como a prestação de serviços à comunidade, a interdição temporária de direitos e a multa, são exemplos de alternativas, conforme destaca o Dr. Carlos Alberto Arges Junior. O objetivo dessas penas é evitar a reincidência, promover a reintegração social do condenado e minimizar os impactos negativos da prisão em sua vida.

O que são as sanções penais?

As sanções penais incluem tanto as penas aplicadas aos infratores quanto as medidas de segurança destinadas a indivíduos inimputáveis, conforme explica o Dr. Carlos Alberto Arges Junior. A principal função das sanções penais é punir e prevenir crimes, assegurando a segurança da sociedade. Além disso, existe um aspecto ressocializador, especialmente nas penas restritivas de direitos e nas medidas de segurança, que visam reintegrar o infrator à sociedade de maneira mais eficaz.

O sistema penal contemporâneo busca equilibrar os princípios de punição e reintegração social, evitando penas excessivamente severas para crimes menos graves e garantindo que infratores com transtornos mentais recebam o tratamento adequado. O objetivo é que a sanção penal seja proporcional ao delito cometido, respeitando os direitos fundamentais do indivíduo.

Por fim, para que o Direito Penal seja mais eficaz, é necessário um equilíbrio entre punição e ressocialização, garantindo que as penas cumpram sua função sem gerar efeitos colaterais negativos. Para o Dr. Carlos Alberto Arges Junior, a revisão periódica da legislação e a capacitação de juízes, promotores e defensores são fundamentais para assegurar que o Direito Penal evolua continuamente e atenda às necessidades da sociedade.

Instagram: @argesearges

LinkedIn: Carlos Alberto Arges Junior

Site: argesadvogados.com.br

Autor: Andrey Zarrasotw

Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital

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